Holding, inventário ou testamento: como planejar a sucessão
Compare holding familiar, inventário e testamento como caminhos de sucessão: custos, prazos, impostos e o que muda com a reforma tributária.
Planejar a sucessão em vida permite que a família decida com calma como o patrimônio vai passar para a próxima geração, em vez de deixar tudo para um inventário depois do falecimento.
Ouvimos as expectativas de cada um sobre o patrimônio e a sucessão.
Organizamos bens, dívidas, rendimentos e documentos em um só lugar.
Mostramos as alternativas com custos e prazos, para a família decidir.
Acompanhamos a execução com os profissionais da família até a estrutura funcionar.
Atos jurídicos e contábeis são realizados pelo advogado e pelo contador da família, com quem trabalhamos em conjunto.
Não. Toda família com patrimônio passa pela sucessão. Para patrimônios menores, testamento e inventário em cartório podem bastar; o planejamento ajuda a escolher o caminho certo.
Não. O imposto continua devido, mas o planejamento permite escolher o momento da transmissão e organizar os custos, em vez de pagá-los às pressas em um inventário.
Compare holding familiar, inventário e testamento como caminhos de sucessão: custos, prazos, impostos e o que muda com a reforma tributária.

Usufruto, inalienabilidade, impenhorabilidade, incomunicabilidade e reversão: para que serve cada cláusula na doação de quotas da holding.

Entenda o que é uma holding familiar, como ela funciona, quais as vantagens reais e em que situações ela não compensa.